Sorvetes e roubos
Azul para a pontuação porque o grande problema nas discussões entre minha mãe e eu era o que faríamos com o motorista do caminhão da Kibom que nós iríamos assaltar. Os planos de roubo davam certo apesar de eu não dirigir, nem ela. Pelo menos para nós aqueles planos eram brilhantes! Mas não éramos malvadas. Só queríamos nós fartar de sorvete sem pagar e da Kibom. Eu tinha uns dezessete anos, era criada dentro da ética e bons costumes, mas roubar o caminhão da Kibom podia. Mas sempre havia o motorista. Eu dizia para minha mãe: "A gente dá sorvete para ele também! Aposto que vai adorar tomar sorvete de graça! Depois ele finge que não lembra de nada!" Minha mãe, muito Mao Tse Tung dizia: "A gente faz ele dormir. Deixa tudo ajeitadinho enquanto a gente toma sorvete! Aí, sim, ele pode alegar que não lembrava de nada!" E os planos continuavam e sempre paravam na figura do motorista. E ainda havia o emprego do que para parar o caminhão? Armas? Nem pensar! Éramos devidament...